Todos os cases
CASE 03 / Arquitetura frontend · Saúde

Construindo um sistema React compartilhado entre micro-frontends de saúde.

Um produto de saúde dos Estados Unidos precisava de uma experiência personalizada para um grande cliente hospitalar, distribuída em vários micro-frontends React. Em um projeto curto, construí uma biblioteca de mais de 50 componentes documentada em Storybook a partir dos designs do Figma, para que esses frontends compartilhassem uma base de interface.

  • React
  • TypeScript
  • Storybook
  • ArgoCD
  • Micro-frontends

Contexto

Trabalhei via Tecla em um projeto curto para uma empresa de saúde dos Estados Unidos. O produto existente usava transcrição de áudio e agentes de IA para apoiar fluxos de atendimento em hospitais, como organizar informações clínicas e consultar conhecimento médico e artigos. Um grande cliente hospitalar pediu uma experiência personalizada, que envolvia vários frontends que precisavam evoluir de forma consistente.

Restrições

  • Várias aplicações: um shell principal cujo menu levava a frontends separados.
  • Os micro-frontends tinham sido escolhidos antes da minha entrada.
  • Todos os frontends precisavam seguir os mesmos designs do Figma.
  • Trabalho direto com stakeholders dos Estados Unidos.
  • Um prazo curto.

O que construí

  • Um Storybook para o time.
  • Uma biblioteca interna de componentes React construída a partir dos designs do Figma: mais de 50 componentes, incluindo botões, inputs, chat e modais.
  • A integração da biblioteca nos micro-frontends, com adaptações onde cada um precisava.
  • Manifests de ArgoCD para os novos serviços, adaptados dos existentes mudando o serviço e os recursos.

Arquitetura: o que foi meu

  • Já existia: a arquitetura de micro-frontends, o shell que levava a frontends separados e o setup de deploy com ArgoCD usado por outros serviços.
  • Minha implementação: a biblioteca de componentes, o Storybook como referência visual, a integração da biblioteca nos frontends e os manifests de ArgoCD dos novos serviços.

Dados FHIR na interface

Parte dos dados do domínio seguia o FHIR, o padrão de interoperabilidade em saúde usado pelo backend. Ajudei a adaptar os dados FHIR de que a interface precisava para um formato que o frontend conseguisse exibir.

Resultado

  • Uma biblioteca compartilhada com mais de 50 componentes reutilizáveis em uso.
  • O Storybook como referência do time para a implementação visual.
  • Vários frontends construídos sobre a mesma base.
  • Um MVP funcionando.

Fim do projeto

O projeto terminou quando o cliente decidiu não continuar o contrato por motivos comerciais ligados a prazo e custo.

Lição de engenharia

Micro-frontends trazem independência, mas cada fronteira também é um lugar onde botões, inputs e modais são reconstruídos de um jeito um pouco diferente. Sem uma base compartilhada, essa independência vira fragmentação e duplicação. Uma biblioteca de componentes com uma referência visual única permite que os frontends fiquem separados no código e ainda pareçam um só produto.